Assim gosto. Via Lei da Nacionalidade nós ficamos com os timorenses e

a Austrália com o Petróleo. Valha-nos a CPLP.  Leio: o inefável António Marujo babado com o preservativo do Movimento Nós Somos Igreja. Cá para mim, capem-se ou pratiquem a castidade. Leio: O anti-racismo é racista. Já sabia. Por isso é que sou racista. Como sei que um polícia nunca é coisa boa até morrer mas não quero perceber o que um tal Gonçalo Amaral terá feito ao Público. Mas pela reacção do Sistema alguma coisa está a fazer a alguém. Há mais: um soldado da GNR recusou-se a lavar pratos e levou um processo. Normal, pensei. Errado. A APG vê preocupada uma situação de intimidação. Aldrabão e mentiroso, o Rui Rio, a governar-se à custa do imobiliário. Disse-o a valente Rosa, ( do Aleixo ), que de políticos gosta pouco por os topar à distância. Este vai. Pelo menos é privado e não é tutelado pelo Estado, parece. Bem prega a Catalina, pois. Espero que não apareçam socialistas na estória. Pena na Casa Pia não ter havido ASAE. Se calhar já tinha acabado a novela que, parece, nunca começou. Pior só as crónicas do crítico Belanciano. Os Pistols voltam por dinheiro, claro. Como todos e tudo no circo da pop e do rock onde o dito pontifica banalidades excitadas. Mas, curioso, é ainda fazerem sentido face a fulaninhos eruditos destes. Eu que os vi nascer não vou lá. Nem gastava páginas de um suplemento de referência com eles. Mas há, acredite, quem vá e pague. E outros que recebem convites. Só isso faz morrer de riso um gajo e justifica a vinda. ( Já agora, Você, viu-os quando? Aonde? )  Só um cretino cai no ridículo de lá ir e só isso lhes dá o direito de serem ridículos, palermas, e lá irem.. bem como o Rotten aproveitar para compôr a conta bancária. ( Já agora em 75 já o punk fermentava em Londres, e o Vává era uma curte de betos enfastiados bem longe da blank generation ). Os Pistols não são ( só ) um par de grandes canções. São, foram, uma forma de estar, de ser. De gozar e ridiculizar a dita kultura pop/rock, as stars, a next big thing, as editoras, o negócio, o paleio artístico, os Stones como o humanista e activista solidário Bono, as merdas do Kele Okereke,  o folclore, os tiques e modas. O Sistema onde todos afoçinham e ganham e dá ordenado aos Belancianos, por exemplo. Niilistas? Graças a Deus! Incrível não é eu não conseguir realmente explicar ” aquilo ” à minha filha mas ver, tantos anos depois, o Belanciano a patinar e a não perceber nada da coisa.  Lata e ignorância: os Pistols como boys band. Poder chamar de fanfarrão a um morto. ( Presumo que tenha privado com ele ). Ter o atrevimento de ( ao lado de considerações imbecis sobre os não menos imbecis Stones e  Beatles, esqueceu-se dos Floyd e dos Doors, imperadores da época ), reduzir uma banda seminal, tão influente e decisiva em TUDO o que de importante se tocou nos últimos 30 anos, os Velvet, aos que ” tinham mais pinta “. Pagam-lhe para estas redundâncias? Vá bugiar, K’mrd. ( Deixe os livros e as citações. Fosse ao Roxy, ao vivo, por exemplo, em devido tempo ). Olhem, viva o Joker que o Povo precisa é do Kaos, que só esse é Revolucionário! e eu tenho sono e tripas para o meio-dia. Bom fim de semana, Kamaradas. Afinal este é o País que temos.  

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1 Comentário

  1. Roundhouse, July of ‘ 76, I think…
    Kiss and love.


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