Racismo, estado de direito, ou não, autoridade, ou falta da dita, criminalidade e

outras coisas mais que se calham bem aos instintos e tiques de autoritarismo do engenheiro não escondem a implosão da textura social. Azar os números serem desmentidos pela realidade brutal dos acontecimentos que provam, com ou sem estatísticas, o crescendo da criminalidade violenta e a desorientação reinante entre Polícias ( omissas ), com uma perninha da Justiça que não opera. Ou não quer. Onde pobres e ricos fazem, aqui, mais sentido do que nunca. São os flops e a falta de credibilidade nos ditos grandes processos judiciais, ( ou nem por acaso o incómodo que Cravinho provoca aos boys do PS ), são os espectáculos mediáticos em torno de apreensões de droga e pouco mais. Mesmo quando presos declaram nunca ter havido tanta droga a circular e a ser vendida dentro das cadeias. É o medo que a opinião pública saiba quem são e de onde vêm os criminosos que por aí andam. Portugueses, muitos, eu sei, que também os temos e bons e maus há em todo o lado. Mas já basta o que é, infelizmente, nosso. Visitem as prisões de mulheres e mostrem as estatísticas sobre as nacionalidades das senhoras. Porque não se usa o Direito de Expulsão? Porque motivo a Polícia nunca está onde faz falta? Quando é precisa?  Digam claramente: a Imigração trouxe ou não mais crime? Maldita hipocrisia, maldita cobardia, malditos dias onde estamos todos reféns do politicamente correcto. Todos sabem. Todos sabemos. Quem pode e deve intervir assobia para o ar. Deixem crescer as tensões sociais, a pobreza, o desemprego, o tratamento diferenciado entre cidadãos: o barril de pólvora explode, podem crer, mesmo com a Segurança Social a brincar à integração, aos apoios, aos acompanhamentos, ao subsídio. Na volta, calhava bem a um Sistema cada vez mais, paradoxalmente, repressivo, censor e controlador. Ao discurso de Portas e aos chips e ASAE’s de Sócrates.

Para evitar contos e ditos e outros rumores: ontem, ao fim da tarde, eu e o PR fomos confrontados, insultados, ameaçados e injuriados por um grupo de imigrantes negros, onde se íncluía uma fêmea. Numa passadeira, de repente, sem nada que o previsse, chovem ” os brancos e os portugueses, esses filhos da puta têm de de sair daqui, racistas de merda, cabrões “…Confrontados por nós para o despropósito de tudo aquilo, alertados para o simples facto de estarem num País de acolhimento e não terem o direito de insultar e desrespeitar quem os acolhe, ( ou voltem para os países que apreciam mas de onde fogem ), a coisa descambou, naturalmente. Se calhar não gostaram de ver dois gajos vestidos de negro, barretes na cabeça, cabelo muito curto. Se calhar. Haverá, de certeza quem justificará a situação com isso. Ao certo, aquilo é, foi um acto RACISTA. Uns valentes tabefes depois, ficamos nós, fugiram os negros. Os tais que nos disseram que o estarem em Portugal ” era um favor que nos faziam “. Como bons cidadãos e tendo testemunhas esperamos. Meia hora pela Polícia que nunca apareceu. Local. Topo de Stª. Catarina. Porto. As imagens são de Daniel Buren que aqui gosta-se de linhas rectas.

1 Comentário

  1. […] sei lá, porque sim, País pindérico,  porque nem por acaso, a dar razão a este, a PJ em Silves, apanhou droga. No Porto, droga apanhou. Em Silves 3. Estrangeiros. Metade mandados […]


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