Marx, Engels, Lénin, Stálin, MaoTséTung e upa!, viva a Joana e o cinismo de muitos.

A propósito de uma troca de comentários no Arrastão do Daniel Oliveira, ( cuja opinião vem em parte ao encontro da minha ), ainda a vitória ( desportivamente brilhante ) da Vanessa Fernandes. Deus nos salve dos sociais-democratas oportunistas e do seu pensamento tortuoso em que, afinal, nem tudo é político na sociedade e a participação de atletas nos Jogos de Propaganda Comunista Chinesa é uma mera fatalidade. Errado, K’mrds. O valor de determinados resultados e prestações não iliba, de facto, objectivamente, os atletas presentes, de serem  cúmplices da encenação da ditadura infecta de Bejing. São na China, eu sei, não na terra do Mugabe, por exemplo, mas o essencial do problema ético mantem-se. Os Direitos Humanos, como a situação no Tibete não permitem leituras dúbias, subtilezas dialécticas rotineiras ou nuances de ocasião. Pelo menos, mais uma vez, vemos o Capital de mãos dadas com a esquerda chic-caviar, burguesa, politicamente correcta. Aqui, neste, pelo BOICOTE e ponto final. Sem meias tintas. Mesmo e apesar de admirar profundamente Vanessa Fernandes, uma campeã num País onde um guetto de criminalidade de imigrantes ilegais negros é um bairro problemático. Bem, hoje, de novo, Helena Matos, a escrever sobre ” o país estranho que há anos se dedica a negar que o crime existe e  que descobre agora o que já estava anunciado há vários outros anos “. Citação livre ). O crime não tem nacionalidade, também o sei. Mas a inflação do dito, queira-se ou não, tem a ver, cá como lá fora, com o fenómeno da Imigração. Não é agradável de assumir? Sempre é melhor do que, com a recusa do óbvio, abrir portas aos Berlusconis que por aí andam. Mesmo sendo, ainda, este Pais o mesmo onde, graças ao dito Estado de Direito Democrático, as polícias já podem constituir arguidos mas não garantir a segurança dos cidadãos, a EDP no Sabor mandar às urtigas os estudos arqueológicos e a nossa comunitária Europa parece não perceber mesmo que os seus interesses não são nem nunca serão os dos USA. O futuro passará, ou não, por uma cooperação positiva com a Rússia. Se o patrão deixar, claro, ou houver coragem de mandar passear o amigo americano.  No Afeganistão, como de costume, essa guerra esquecida e anunciadamente perdida, deixem andar.  

1 Comentário

  1. Crime sempre o houve em todas as épocas históricas, sabes isso tão bem ou possivelmente melhor que eu. Pois desde que existe ser humano, que o homem é explorado pelo homem, claro que é mais cómodo gravar nos emigrantes as razões do aumento exponencial da crimanlidade, chavão caro a todas as extremas direitas como o meu caro amigo bem sabe. Gostei do post por mostrar que estás atento à realidade, mas permito-me discordar da tua opinião como da fazedora de opiniões que citas no teu post. Pois é, defeitos de quem aprendeu com Espinoza( o homem mais perseguido na História da humanidade pelas suas ideias, duplamente perseguido, por ser um judeu “maldito” e perseguido pelos próprios judeus) e com um homem do século Vinte nosso conterrâneo, mas cujo pensamento tem muito de Espinosa o professor Agostinho da Silva a pensar pela sua própria cabeça.

    Estou de volta amigo

    Lobo das Estepes/Fernando


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