Vá para fora cá dentro.

( A partir de uma reportagem na Pública, hoje, págs.  28/41 ). As bençãos exóticas da tolerância e da permissividade multiculturais. Objecto: uma digressão pelo velho bairro da Mouraria, Lisboa, zona ocupada pelos bons dos imigrantes. Se provas faltassem, está tudo nas entrelinhas das declarações de uma monitora portuguesa de um ATL: fechados, zelosos da sua nacionalidade de origem, xenófobos, racistas, desconfiados, adeptos da discriminação racial ou sexual, onde as crianças nunca se misturam entre si, por serem do Paquistão ou do Bangladesh, rapazes ou raparigas, católicos ou muçulmanos. Um desfazer dos mitos e das balelas que conhecemos. Sair do bairro, falar, conviver, interagir? Não. Apenas acusações ressabiadas a Portugal, terra de acolhimento, por um tal Sheick Jabir, que Mesquita já há, ( e como se não bastasse já termos o Munir ), pouco preocupado parece com o que é grave num País de Direito. Moderno, pois. Europeu. As regras impostas a raparigas que vivem sob o jugo de uma Sharia intolerante e fundamentalista, absoluta. Onde ouvir música moderna é proibido mas obrigatório é usar lenço. Onde a comunidade imigrante é fechada, isolada por opção, vive sem misturas e de acordo com as regras, hábitos e costumes da terra de origem. O bairro, lê-se, está deserto de portugueses e degradado. Os velhos moradores partiram: ” a zona é insegura“. Droga não, pouco se consume já. Agora, vende-se. E muita. Ora bem. Cidade dentro da cidade abre, lapidar, a crónica. Melhor mesmo só o vice do Hussein NObama sobre o candidato que secunda: para preto fala bem mas não tem perfil de presidente. Não, não é anedota. Mau feitio tenho eu, claro, e os da Mouraria vivem amargurados por cá viverem. Estarão obrigados? Legais? Por mim, Sheick Jabir, sigam viagem. E continuem todos a assobiar para o ar. A saga continua. ( E começa a ser complicado atacar o Berlusconi, de quem por acaso não gosto mesmo nada ).

2 comentários

  1. Dessa não sabia eu, desse nível de organização e rancor islâmico já presente em território português…

    Arma-se a tenda para uma guerra «civil» europeia. E digo «civil» entre aspas porque uma guerra realmente civil é entre filhos da mesma Nação. E estes muslos não fazem parte da Nação portuguesa ou de qualquer outra nação europeia.

  2. […] femininistas quanto à violência doméstica, ( defendida por exemplo numa tradução portuguesa do Corão ), e quanto à redução da Mulher a simples e mero animal parideiro, ( sem contar com o prazer de […]


Comments RSS TrackBack Identifier URI

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

  • Blog Stats

    • 61,816 hits