Modern age, para mim, só a dos Strokes, que sendo prémoderno das modernices

do engenheiro pouco gosto e hoje acordei a sentir-me enganado. Assim como veio, foi-se. Mesmo continuando por todo o lado. A criminalidade, claro. Agora é tempo de voltarmos à vaca fria, a violência doméstica. Oportuno e cortante este de Daniel Oliveira. Seja. E, pelo menos, numa crónica brilhante da não menos brilhante Helena Matos no Público, ( começo a gostar mesmo da Senhora, embora também soe a pré-moderna ), aprendi que notícias sobre o dito, o crime, tratam-se actualmente não de notícias mas de teses sobre comportamentos disruptivos. Francamente sublime. Abençoada Senhora, e estou a elogiar a sério. Ao certo, no problemático Aleixo o Rio, como no Bolhão espere-se, descarrilou. Bem bom. Bem feito. O Gustav enganou-nos. Como, parece, a PT, a do Bava. E o CDS que tendo um vice-presidente afinal não o tinha. Mais: já não bastava o Soares, agora não há bitaite que escape ao Alegre. O homem é um triste e com tantos anos de política profissional, onde se fez gente sem nada mais apresentar, já merecia a reforma, ou não? Pior. Diz o Marcelo que o silêncio do PSD sendo mau é bom. Estou confuso. Acreditem. É difícil viver assim. Lá por fora, a geralmente bem informada islamóloga Santos Lopes, ( que se riu de mim quando eu lhe disse que em eleições livres o Hamas era poder em Gaza, com 2 anos de antecedência, pois ), entre bons contactos com a corrupta Fatah e os amigos sionistas, parece, alerta para um ataque iminente ao Irão. Desta vez o assunto tem pernas para andar. Vêm aí eleições americanas e desde a crise na embaixada americana em Teerão, a gente republicana tem contado sempre com a ajuda iraniana nos momentos decisivos. Como o atesta a luta contra o Afeganistão tallibã e os equilíbrios no Iraque. Nem tudo o que é parece ou é, para desespero dos amigos e das ditaduras sunitas. Por mim tenho a certeza que a haver paz na Palestina, se alguém realmente a quer, ela passa não pelo Abbas, ( pior só o Arafat ), mas pelo Hamas do interior, o de Gaza, o de Haniyeh. Haja tempo e parece que não vem agora ao caso, embora até sim, se calhar. Problema é desta vez as coisas não serem tão líquidas e a estupidez da Europa poder acompanhar um outro erro de cálculo do Bush, como na Geórgia. Apetece dizer cuidado. As mudanças recentes no Irão não auguram nada de bom onde até apoiantes do regime têm entrado em dissonância, afastamento e dissidência com uma liderança imprevisível e perigosa. A fechar, anotem, eleições em Angola para ao menos darmos uma gargalhada. Eu já estou sem paciência para tanta farsa. Valha-me outra vez a Helena Matos que, como eu tenho dito por aí em tantos postes, topa a milhas o Leonel Carvalho e já percebeu que ao dito pouco importa o crime mas as notícias sobre o dito. Eu tinha avisado que íamos por aqui. Afinal, não sou o único. E este é um sortudo. Alguém sabe do juiz? Enganou-se tudo? E isto? E este? Mais enganos? Desisto. A economia recomenda-se, naturalmente. Safe-se quem puder. Vamos às carrinhas da Prosegur, sei lá. Ou pedimos asilo ao SEF.

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