Quem se mete com o PS, leva, diz o gajo da Mota-Engil e sendo assim

este é um post autocensurado em nome da dita liberdade de expressão e opinião mais a treta do dito Estado de direito democrático. Mais vale prevenir que os tempos não estão fáceis e eu acordei de muito mau humor e um travo amargo face à quase obscena reacção socialista, ( mas não só ), à decisão sobre a detenção do senhor Paulo Pedroso, que não da sua culpa ou inocência. HAJA DECORO! ( Mesmo tratando-se desta. Passa os limites do tolerável ). Esqueçamos o atrevimento do dito senhor a perorar de sorriso na boca, ontem, sobre a nossa merecida e renovada confiança nos Tribunais e no funcionamento da Justiça. Esqueçamos o valor da verba atribuída e quantos mais, noutros casos, a receberam. Eu não me lembro de ninguém. Esqueçamos o tacho que o Governo arranjou a este senhor e o outro a Ferro Rodrigues. As vénias da imprensa, do gratuito Destak, ( Isabel Stilwell ) aos pézinhos de lã de Marinho Pinto. Por mim, fico com algo que hoje li: os Tribunais não funcionam. Ponto final. José Luís Seixas, advogado. Mais. Esqueçamos a Casa Pia e as suas crianças. A Nação vai morta, o Regime está putrefacto.

De farsa ainda, outra vez Rui Tavares. Ao novo progressismo, num crescendo hilariante, desencantou agora o paternalismo libertário. A sério. Não é anedota. Tudo em nome do Obama e do Estado, claro, que coisa mais libertária não há, mais a falta de ideias de Sarah Palin. Eu, que não me assusto com o socialismo mas tenho medo da cabeça retorcida destes sociais-democratas, prefiro a falta de ideias a ideias destas. Mais aqui. Explica bem o jornalismo militante que consumimos.

Alerta vermelho para o regresso de Sócrates e da Propaganda. Via novo ano escolar, a ler atentamente Paulo Guinote e Santana Castilho.  No Público e neste blogue, o primeiro. Já agora: o CDS existe? E o PPD/PSD? E a criminalidade, acabou? E o GNR que assalta bancos, entretanto a gozar férias? E o material de guerra que por aí anda, vem parar ao mercado a partir de onde? Afinal, a Freeport voltou ao DCIAP mas com o processo em segredo de justiça a arrastar-se faz anos, como convem, para quê? Em 2005 a PGR já não garantiu que quem assinou o despacho controverso a 2 dias das eleições, por mero acaso, claro, não estava envolvido.  Curiosamente foi José Sócrates, mero acaso, outro, mas todos sabemos que de muitas curiosidades exóticas se tem feito a carreira deste engenheiro que é um menino d’ ouro. Pois é. 

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