Clivagem na esquerda? Não. O oportunismo inteligente de quem tem sensibilidade política

para sentir e ouvir o sopro do vento, a rua, e um Bloco que vive quase sempre num mundo virtual e, é notório desde as movimentações na Câmara de Lisboa, trava e vende a alma ao Diabo para encostar ao engenheiro, ( em perfeito delírio ), e receber as migalhas do Poder. Mais: um Bloco que, como toda a dita esquerda tem urticária em falar de segurança, não tem um discurso coerente e não percebe, ao contrário dos bonzos estalinistas do PC, que o Povo de chic tem pouco, caviar não aprecia e de universidades pouco sabe. Jerónimo, curiosamente, percebeu depressa o factor Berlusconi. Lamentável associar a vontade de ter e exigir Segurança no cidadão comum às pulsões da extrema-direita. Semedo foi contagiado pela imbecilidade reinante? Rui Pereira é transmissível? Em que sociedade vive esta troupe? De que tem medo o Bloco? Da realidade, do Povo, do País real? Em Angola, parece, afinal volta tudo ao princípio com a postura corajosa da UNITA. A culpa não é minha mesmo sabendo que a culpa é sempre do branco e que o MPLA, que já dita decisões na banca portuguesa, é uma coisa democrática de 90%.  Na Ucrânia o cenário, anunciado por aqui, está montado. O último a rir é o que ri melhor e de parvo o Putin não tem nada. Já o Bush, o Sarko e o Durão não poderão dizer o mesmo. Mas isso só não sabe quem não quer e Moscovo sabe muito. Sobre PROPAGANDA repito o que aqui escrevi. Leiam a crónica. Brilhante.

2 comentários

  1. Analista político reprova insistência de impugnação das eleições pela UNITA

    Luanda – O analista político Mário Pinto de Andrade considerou, hoje, em Luanda, “falta de coerência política” a insistência da UNITA em tentar impugnar o acto eleitoral, em Luanda, mesmo depois de já ter conhecido os resultados e felicitado o partido vencedor, o MPLA.

    “Me parece ser uma falta de coerência política quando a UNITA reconhece publicamente, através da voz do seu líder, de que o MPLA venceu essas eleições.

    Felicita que o povo angolano ganhou com essas eleições e, portanto, não faz sentido voltar a recorrer ao Tribunal Constitucional”, notou, Mário Pinto de Andrade, para quem “a política deve ser feita com ética e quem perde deve felicitar o vencedor e deve saber assumir a derrota”.

    O analista político Mário Pinto de Andrade fez essa consideração em declarações, hoje, à Rádio Nacional de Angola (RNA), ressaltando que a Direcção da UNITA pretende criar, com isso, um facto político e “justificar a derrota que sofreu nas urnas”.

    “Eu creio que a UNITA, ao tentar junto do Tribunal Constitucional (TC) que esse assunto seja novamente analisado, me parece que é ideia de se querer criar um facto político fundamentalmente a nível da província de Luanda para poder justificar a derrota eleitoral em todo circulo nacional”, frisou.

    Realça que a UNITA perdeu em todo círculo nacional e Luanda é o maior circulo eleitoral nacional, pelo que constitui essa uma preocupação, já que ao colocar esse problema quer tentar justificar-se perante a opinião pública e fundamentalmente perante os seus militantes.

    “Do ponto de vista político, é que me parece ser mau que um partido que concorreu em pé de igualdade com todas outras forças políticas nesse processo de eleição, uma eleição que foi reconhecida. A maior parte dos partidos angolanos reconheceram. A comunidade internacional e os observadores tiveram aqui.

    Reconheceram que as eleições foram livres, justas e participativas”, enfatizou. Segundo a fonte, A UNITA perdeu, porque o eleitorado não reconheceu-a como um partido em condições para ganhar essas eleições.

    Assim sendo, ressaltou, a Direcção do “Galo Negro” deveria estar agora mais preocupada em reorganizar-se para os próximos desafios políticos e o seu presidente deveria colocar o seu lugar a disposição.

  2. Pouco me interessa se os “analistas ” dizem A ou B. Facto: com ou sem protesto, da UNITA, só a hipocrisia e o cinismo podem falar de um processo eleitoral livre e democrático. Poupem-nos que nem todos somos avençados da Mafia angolana no Poder, a canalha corrupta e assassina do MPLA.


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