Actualização do post anterior. E bom fim de semana.

A quem de direito fica o pedido. A mandarem-me seguir sejam mais expeditos e competentes mesmo não percebendo o interesse num grunho como eu. Não tenciono parar de escrever e recolher informação. Muita. E de tirar fotografias. Mesmo quando, eu sei, as portas das redacções se vão fechando. E, com elas, os pagamentos. Uma coisa garanto: não trafico, armas, drogas ou outra coisa qualquer, não defendo ou incito ódios, não pertenço a gangues ou organizações criminosas. Não bebo ou tenho comportamentos desviantes. Não consumo pornografia nem sou pedófilo. Não sou artista. Mas disso e muito mais sei realmente bastante. Pagam-me, quando me pagam, para fazer o que já pouco se faz: investigação. Gastem tempo, dinheiro e pessoas com o que realmente interessa. Não tenciono calar-me. Não tenciono portar-me bem e cumprir as regras. Mesmo quando, inexplicávelmente, me telefonam a pedir trabalhos ou a marcar entrevistas na TVI que depressa são desmarcadas sem a cortesia de uma palavra, um novo telefonema, um aviso. Se calhar por achar e o ter dito a quem de direito, na final do Euro, o Sousa Martins ser um labrego de triste figura, onde a amizade com o Moniz lhe vale um bom bom e chorudo ordenado mas não o estatuto de jornalista.  Mesmo quando me revolveram a vida pessoal e me tramaram, e bem, nos últimos anos com os truques habituais. Sou desalinhado e não tenciono colaborar em caso algum com este Regime putrefacto. E, sim, sou nacionalista revolucionário, não patrioteiro, não salazarista, socialista, antiparlamentar, gosto de música indie e de Heraclito como de Gudrun Ensslin ou Rosa Luxemburgo, defendendo que isto, o País, a ir, só o fará pela Desobediência Civil e pela Acção Directa. Identitário por saber que disso depende o futuro desta Europa em ruínas. Por isso me soube tão bem a derrota de Rui Rio no Bolhão. Por esta República feder, submersa pelos interesses, silêncios e omissões de um Poder nauseabundo.  Esse que festeja a subida especulativa da bolsa, esse que trata velhos e crianças como esterco. Não sou intimidável. Muito menos por quem desprezo e me enoja profundamente. Como não engolo as encenações do Sistema, condenadas ao insucesso, apenas desencadeadas para distrair o Povo do fundamental.  Chavez há muitos mas pouco respeito me merecem.  Mesmo no Portugal do bloco central dos interesses, do Capital, das bandeirinhas do Bloco, dos Soares, dos mações, de todos aqueles que se fizeram gente e poder com as portas abertas pela escória saída da Abrilada de 74. O resto é circo. A mim preocupa-me é o pão. Sejam felizes Kamaradas, se puderem e vos deixarem. 

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