Código haverá. Trabalho ver-se-á. Lipstick, a little blood,

( os Sonic Youth, lembram-se ? ), a mãozinha amiga da UGT amiga e a coisa vai. Ou seja. Basófias, certamente,  mas a Crise, que veio para ficar e durar, para já é celebrada no disparar eufórico da Bolsa, na subida do Euribor e do barril de crude , mas o que vai abalar o País e com eles as famílias portuguesas é a Modernidade onde, depois do Aborto e da nova Lei do Divórcio, prioritária é a votação sobre a legalização dos casamentos gays. O habitual, não fosse a curiosidade de ver o Martins do PS moderno encostado à parede pelo paladino desta bandeira fracturante para os trabalhadores portugueses e para a social-democracia parlamentar: Paulo Pedroso, acabadinho de chegar e cheio de ganas na questão dos paneleiros. Ora bem. Como somos ou devemos ser todos modernos, a maioria europeia, o Povo, é anti-semita e islamófobo. Estatísticas erradas, por certo, que a Modernidade não bate com isto. Ora pimba. Outro moderno, Hugo Chavez, já está na lista da Human Rights Watch. E o Campos e Cunha votaria no Obama para afastar Deus, o cristão, o tal que deram como morto, da política. Melhor, só o Leonel Carvalho, imaginativo, a declarar que isto é imaginação, apesar das provas apresentadas. Se calhar como a imaginação do Baltazar Gárzon e outros juízes europeus que, a propósito do 11 de Março, de Londres ou da morte do Theo, ligaram os terroristas a passagens e estadas em Portugal.  Este foi demitido por causa da imprensa e, ao certo, diga o MP o que lhe apetecer, estão criadas condições jurídicas de facto, processuais, para o gangue de Valbom se ter safo. As 48 horas. Pois é.  Ao que consta circula por aí lista de gente a ser democraticamente censurada. Deve ser imaginação. Até o Alegre parece assustado com a festa que por aí vai.  A terminar: não conheço a Lei americana. Se Palin devia, ou não, utilizar em determinadas condições o seu pessoal mail. Sei que éticamente invadir um mail não tem justificação nenhuma. Mesmo que seja agora o do Hussein Obama. Roubado no Bruno. Riam-se que amanhã é sábado. Se puderem. Suicídios, só à porta do Ministro Amado.

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