Viva a História ora pois, contada pelo Hero. Para soar a inglês, vem lá explicadinho.

E para abreviar Heródoto que pode confundir as crianças. Uma espécie de brincadeira cretina e manipuladora a começar 2 livros que me custaram 30 euros, 7º. ano, Porto Editora, aprovados sabe-se lá por quem e que, mais do que um certificado de estupidez sobre quem os escreveu e montou, è um forte contributo à ignorância das ditas ignorantes crianças. Bem sei que o magalhães resolverá a questão com a receita de sucesso e aprovações da Tia Milú mas aquela COISA merece leitura atenta e não menos atenta visão às imagens e fotografias que acompanham um livro que eu diria chancelado pela embaixada de Israel. Da cultura à religião, acabamos sempre no povo eleito, o judeu. Ainda vamos na abordagem das civilizações antigas e já estamos a falar da história do povo hebreu e do conflito israelo-árabe mais dos bombistas suicidas universitários palestinianos em nome do Corão. Nada de espantoso onde, mais à frente, nos informam que os muçulmanos acreditam num Deus chamado Alá. (  E estudei eu que nas 3 religiões monoteístas temos o mesmo Deus ). Sem nunca entender no manual de onde apareceram os malandros dos palestinianos na Palestina de Israel fico confuso com a ausência de referências ao berço da nossa civilização, a Mesopotâmia. Como, com espanto, vejo passar pela Grécia sem nunca se falar de Esparta, Tebas ou de Alexandre. Ou quando leio que a filosofia começou com Sócrates, o que prova terem os meus anos terríveis de Universidade, às voltas com Heraclito, nunca terem existido. Na página 70 já estamos na União Europeia que consagra a cidadania e a democracia, com referências à Revolução francesa, ora pois, mas sem explicar como se concilia isso com a aprovação do Tratado de Lisboa. No volume II fala-se, por fim, das Taifas e até de Mértola mas Ibn Qassi continua a ser ausente obrigatório. Até quando ? Valha-nos o perfil militante do livro. Um incentivo: LUTA PELA IGUALDADE E DIREITOS DAS MULHERES, a propósito do feudalismo, e pede-se a organização de um debate intitulado GUERRA DOS SEXOS. A abertura de imagens sobre o século XII, com fotografias de uma banda rock pindérica, mereceu as gargalhadas da minha filha. Mas tenho mapas. Sobre a evolução do estado hebraico, outra vez os tipos, e fico a saber que a difusão do cristianismo se deve ao povo…hebraico. Será mesmo só ignorância ?

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3 comentários

  1. Num nivel de 7º ano não é necessário aProfundar a esse nivel..todavia eu como professor faço sempre refERÊNCIAÁ sUMÉRIA..ALIÁS COM 90 MINUTOS POR SEMANA É MILAGRE DAR-SE TODO O PROGRAMA…

  2. O problema é saber se há, ou como é, o Programa a dar. Para aquilo não vale a pena. Mais do que falta matéria tem erros de palmatória. E resta a questão principal: a injecção ideológica.

  3. Este artigo é, em si mesmo, um excelente contributo cívico. Começo a acreditar que a Educação em Portugal é um caso perdido. Cada vez será mais difícil corrigir tanta ignorância e orientação ideológica nas políticas educativas, nos manuais escolares e nos professores. Este é o resultado do contributo das “Ciências da Educação”: ignorância. “A criança deve construir o conhecimento e não receber conhecimentos adquiridos”, dizem os pedagogos da “Escola Moderna”, numa sociedade onde um demente com responsabilidades, já declarou “o direito ao sucesso” de todos os alunos. Tendo em conta a indigência mental genaralizada, o manual que o texto reporta serve perfeitamente.


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