Felizmente a Merkel perdeu na Baviera e não paga as caganças do Durão.

Bruxelas é Bruxelas mesmo em tempos de krash: todos ao molho e fé em Deus. Como de costume, sai cimeira onde, é imperdoável, não estará, parece, o engenheiro. O Senado americano diz que sim, o Congresso se verá. Bem bom, que Revolucionárias são as falências e o dinheiro do pagode, nós, não deve ir para a mão dos mabecos do Capital. Isso bem o quer a esquerda, claro, mas talvez haja uma réstea de bom senso. Talvez. Saboreie-se esta quase primavera e leia-se o jornal. Alunos sentados no chão ? Entradas nas faculdades com 9 de média ? Questões sobre o magalhães e os porcos satisfeitos ? Treta de conservadores diz um gajo do Plano Tecnológico. ( Ou ainda isto ). Ler, escrever, contar ? Autores brasileiros ? Subir propinas ? Valha-nos o Rui Tavares que naturalmente estará preocupado em que a Escola pública eduque mas não ensine, não vão os pais quererem ser pais, sendo que à Família, parece, compete apenas pagar manuais e despesas da escolaridade obrigatória, os ordenados à Corporação Docente e os gastos do Ministério mas, nunca mas nunca, propinas no Superior. O RT é de esquerda, burguesa, mas de esquerda, claro. Como o deve ser o PGR ausente desta comédia trágica onde o Soares filho acha que o que vai pela Câmara de Lisboa é uma ” patetice “.  ( Pena a puta de alterne não dizer que o Pinto da Costa recebeu uma. Tínhamos acção garantida ). Valente povo de esquerda. Assim como assim, lendo o Público ainda temos um paneleiro a bater na tecla do casamento e eu a opiniar que referendem e legalizem de caminho a poligamia em nome dos africanos e dos sunitas imigrantes, porque, se calhar, ao contrário de Espanha até a pedofilia não vai a lado nenhum como se vê pela Casa Pia. Mesmo defendendo a disponibilidade para o Estado consagrar as ditas ligações com um qualquer estatuto jurídico. De um enorme cinismo tudo isto. Se não aprovam por estratégia eleitoral, logo: vai custar votos, quando as sondagens dizem que a maioria da população está contra, às urtigas a vontade popular e Parlamento para cima. Tipo Tratado de Lisboa, pois. A “Democracia”, claro. O Cutileiro ainda não sabe que existe viagra e tira fotografias a gajas nuas, feias, por sinal: é ARTE. O gajo da Academia sueca disse o óbvio. O Roth, o Auster e o Vidal são literaturazinha ” ignorante ” e chocou as élites cultas cá do canto onde, entre escaparates e blogues, se lê a grandiosidade das mesmas. O Equador até deu telenovela e ao Lobo Antunes a comenda. Eu cá não sei, mas esta esquerda não percebe mesmo que só a verdade é Revolucionária e que, no fim, sábio é o Povo. ( Sobre as praxes, leiam ).

Como nem gosto especialmente deles e eles de mim, publico.

Porque a temática, goste ou não a respeitabilidade burguesa, faz sentido e, gostem ou não, tem de ser discutida. Logo agora quando a dita esquerda prefere defender os direitos dos imigrantes aos direitos dos emigrantes. Como no direito ao voto, por exemplo. Estes, mais oportunistas que oportunos, já perceberam a coisa. Depois gritem: XENOFOBIA! Como na Itália. Ou, na Áustria. Pois. O Povo é burro, lá o pensam as vanguardas. 

Sabe-a toda o velho bonzo estalinista. E camelos somos nós.

Pagantes.

Comemore-se ! mesmo quando os tempos não são de festa e música por cá é todo o ano, a que nos dão.

Soprano de serviço, o Barroso. Soa a falsete. Mas de Bruxelas nada de bom virá.

O Lino veio dizer aos que não são camelos que o Metro, no Porto, é uma questão de Elisa.

Estas são a medida de sucesso da Tia Milú, orgulho do governo socrático.

Dancem!

Apêndice: aqui ninguêm recebe lições da esquerda social-democrata burguesa. De forma clara: estamos muito à vossa esquerda. Não nos perturba a demagógica ignorância de nos quererem enfiar enquanto nacionalistas com gente do PNR, que desprezamos. Nem aceitamos os clichés com que pretendem empanturrar a opinião pública sobre o combate contra a Imigração , essa ARMA DO CAPITAL, com simpatias ( inexistentes ) com os Mário Machado que por aí andam. Vocês estão velhos e a dita xenofobia tem as costas largas. Mais: se querem lutar pelo casamento, essa coisa burguesa, dos paneleiros, então sejam coerentes. Legalizem a poligamia ou o incesto. O princípio é o mesmo. Com mais ou menos multiculturalismo. ( Actualizado, este ).

O Zé do Bloco apresentou-se solidário com a Sara Brito da casa camarária. Palavras para? É o povo da esquerda burguesa, ora pois.

Tenham vergonha!

Isto são balelas esfarrapadas. Nem tudo o que é legal é ético. O problema do nosso Regime reside na falta de percepção deste princípio básico e prioritário. A gamela, senhores, a gamela. ( Até dói ver o Daniel Oliveira a fazer esta ginástica ideológica. Não merecia ).

E por cá? Pois,

http://www.dailymotion.com/video/x4rjh1_dunkelziffer-tentacle_webcam

http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1344534&idCanal=62

E que tal os brasileiros respeitarem Portugal e os Portugueses, Kamarada RT?

( Arquive-se a restante crónica de Rui Tavares e, com ela a relação com o mundo lusófono porque a Sonangol ou o Lula pouco me dizem, mais as consideraões erráticas sobre o ensino e as banalidades autistas do costume sobre a globalização. A dele. Certo, de certeza, é RT não ter sido aluno da Universidade Católica e não ter tido de pagar o seu curso com trabalho extra. Como desconhece os incentivos dados pela UC à excelência e ao mérito numa Universidade francamente muito exigente. Mas, claro, importante é a escola inclusiva e muitos analfabetos funcionais no ensino superior público a emborracharem-se de cerveja e a brincar às praxes ). Já Santana Castilho, lúcido, cortante, inteligente, escreve hoje, ( ainda no Público ), sobre os idiotas satisfeitos. Ao certo, Bruxelas caga sentenças e assobia para o ar. Aos USA é fácil de exigir o que por cá não se resolve, mesmo quando a maioria dos trabalhadores norte-americanos recusam a intervenção estatal. Mas publicáveis, só as sondagens sobre Hussein Obama. Normal. Uma recusa que é uma ninharia, naturalmente, como o é quase sempre a real vontade do Povo e a teimosia de alguns, como eu, que não querem ser regulamentados. Estatizados. Do cigarro às falências bancárias. E vejo a coisa a piorar. Sereno vai o País. Importante é o LUX de pernas abertas no Público, jornalismo de referência, presumo, e os arranjos estranhos entre o Estado, a Lusoponte, a Mota-Engil, onde pelo meio entra a GALP, Ferreira do Amaral, Jorge Coelho e Murteira Nabo a liderar negociações que envolvem não os nossos interesses mas o nosso dinheiro. A transparência do dito Estado de Direito Democrático, percebem?  E viva esta GREVE. Todo o poder às Corporações como o já dizia Salazar. Ora pois. Tudo gente dita de esquerda, claro. Os herdeiros do dito. O de Santa Comba, como bem o escreveu e relembrou o Professor Gil. ( Não gostando de particularizar questões e de trazer a privacidade para o berloque informo: acabei o 1º propedêutico com 20. Precisamente. A Filisofia. Ainda deve haver registos. A RT só quero acrescentar que fugi de Letras por causa de uma personagem tenebrosa, o bonzo estalinista Barata Moura. E quando falo em trabalho estou a falar, por exemplo, de fins de semana de 48 horas seguidos a limpar porões de nafta na Lisnave, pagos a peso de ouro a subempreiteiros onde fiz, realmente muito dinheiro. No duro. A lisnave, essa estava a caminho da destruição levada a cabo pelo PCP e pela UDP em nome, claro, dos trabalhadores. Fiz muito mais coisas. Mas são vocês que falam do Trabalho. E das pobres crianças que no Ensino Público saem todas as noites e vão de carro para a Faculdade. Dinheiro para os charros, também não falta. A terminar: fui um aluno normal, horário diurno, sem utilizar o estatuto de trabalhador estudante. É preciso seleccionar. A tal escola democrática prejudica o mérito, baixa as exigências, não tem respostas de qualidade e só nos serve, quanto muito, um punhado de engenheiros. Mesmo num País de doutores e dos ditos ).

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