A Jamaica tem 2,5 milhões de habitantes,

pertence ao 5º ou 6º mundo e, para lá de Lee Perry, Tosh ou Marley, tem um Usain Bolt mas também Melanie Walker, entre muitos outros há dezenas de anos. Percebem a diferença? 

( A seguir, ainda, atentamente, a evocação da Primavera de Praga no Público. A passar ao lado do fundamental, naturalmente. Como se já não bastasse ver os cães de fila da Casa Branca cá do burgo usarem a torto e a direito um nacionalista russo como Soljenitsyne para atacar a Rússia de que ele era, neste momento, o primeiro defensor. A ver se nos entendemos. Quem acreditou em Gorbatchev e não foi oportunista e carreirista como Havel, quem saíu para a rua em Dresden ou Leipzig, por exemplo, não era a merda actual reinante que buscava. A da prostituição infantil às claras logo a partir da fronteira checa ou os latidos delirantes dos polacos. Sonhava-se ainda com o Socialismo. Respeitem, já que o evocam, os ideais de Palach. Por muito que custe ainda somos, cá e lá, muitos os que, desprezando os comunistas, nos mantemos alérgicos às maravilhas do Capital. Como não esqueço entre um bando de trolhas em Leipziger Strasse, numa Dresden onde a maioria está no desemprego e a cidade repartida pelo dinheiro especulativo de Munique ou Estugarda, o reencontrar de um velho Professor Doutor, brilhante, de Filosofia, saneado da Universidade em nome da democracia e por, como todos, ter tido supostas ou reais ligações e colaboração com a STASI. Com ele aprendi a ignorar Brecht e Habermas. Ensinou-mo ele como me ensinou a ler Karl Koch. Pois é ).

Por cá, a saga continua, como o Sócrates e, por entre o silêncio, as denúncias atentas de Francisco Louçã. O Cavaco, por uma vez, tem razão, também. Vai mal, vai, até eu já tenho de aplaudir o homem de Boliqueime. Mas estamos de férias e pouco importa, eu sei. Divirtam-se. Vem aí o Leonel Carvalho lembrar que o Povo é sereno num País não menos sereno. E seguro.

http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1339842&idCanal=59

http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1339755&idCanal=12

http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1339764&idCanal=59

http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1339762&idCanal=59

http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1339376

( Pouco ou nada percebo de futebol. Mas palmas para Queirós. Pelo menos, depois de Baía, voltamos a ter um guarda redes na selecção ).

 

Já dizia Alceu ser preciso não entregar o coração ao infortúnio

 

mas haverá que temer os que não sabem rir-se, especialmente de si próprios e, mais, desses vultos que se levam a sério e querem que a sério os tomemos. Entre banalidades, muitas, mediocridades, sem fim, mentiras, sem conta. Felizmente poucos de nós engenheiros serão. E, a ser assim, há que ter calma.  Os números do desemprego, confirma-se, à esquerda e à direita, são falsos. O Cavaco é pré-moderno. ( Nada que surpreenda numa guerrilha já anunciada ). A propensão aldrabona do Primeiro é compulsiva, mesmo ou apesar dos elogios do Chavez ).  Pior: o Rogoff que até percebe, dizem, de economia, é claro. O pior ainda vem aí. Cuidem-se ou safem-se. Os Jogos afinal são na China nominalmente comunista! ( Uma jóia do social-democrata Rui Tavares ).  No show pela negativa da presença portuguesa, mas pouco, que aquilo é um aglomerado maioritáriamente de naturalizados, estivesse lá o Iscolari, sem resultados e ordenados milionários, com arrogância e falta de educação q.b., tudo podia ser bem diferente. Assim como assim, assino o raciocínio de Santana Castilho: num País que não cultiva, a começar na Escola, a exigência e o rigor, queriam o quê ?. Pois é. Como curioso é ser o reaça do Radtzinger a abrir hostilidades ao Berlusconi. A esquerda italiana, a do multiculturalismo intolerante da tolerância, a que em nome da Mulher combate a burka no Afeganistão mas a defende na Europa em nome da especificidade própria das culturas imigrantes, a que combate a Pena de Morte mas defende o Aborto, criou o animal e agora meteu a viola no saco. A Imigração é a arma do Capital e a pose de avestruz destes iluminados progressistas traz consigo o Racismo e a Xenofobia. O resto, são tretas. Como se vê isto vai, as praias estão cheias, a Geórgia arrisca-se a sair das páginas dos jornais e pessimista sou eu. A Smith está de volta com um CD fabuloso. Procurem.

Marx, Engels, Lénin, Stálin, MaoTséTung e upa!, viva a Joana e o cinismo de muitos.

A propósito de uma troca de comentários no Arrastão do Daniel Oliveira, ( cuja opinião vem em parte ao encontro da minha ), ainda a vitória ( desportivamente brilhante ) da Vanessa Fernandes. Deus nos salve dos sociais-democratas oportunistas e do seu pensamento tortuoso em que, afinal, nem tudo é político na sociedade e a participação de atletas nos Jogos de Propaganda Comunista Chinesa é uma mera fatalidade. Errado, K’mrds. O valor de determinados resultados e prestações não iliba, de facto, objectivamente, os atletas presentes, de serem  cúmplices da encenação da ditadura infecta de Bejing. São na China, eu sei, não na terra do Mugabe, por exemplo, mas o essencial do problema ético mantem-se. Os Direitos Humanos, como a situação no Tibete não permitem leituras dúbias, subtilezas dialécticas rotineiras ou nuances de ocasião. Pelo menos, mais uma vez, vemos o Capital de mãos dadas com a esquerda chic-caviar, burguesa, politicamente correcta. Aqui, neste, pelo BOICOTE e ponto final. Sem meias tintas. Mesmo e apesar de admirar profundamente Vanessa Fernandes, uma campeã num País onde um guetto de criminalidade de imigrantes ilegais negros é um bairro problemático. Bem, hoje, de novo, Helena Matos, a escrever sobre ” o país estranho que há anos se dedica a negar que o crime existe e  que descobre agora o que já estava anunciado há vários outros anos “. Citação livre ). O crime não tem nacionalidade, também o sei. Mas a inflação do dito, queira-se ou não, tem a ver, cá como lá fora, com o fenómeno da Imigração. Não é agradável de assumir? Sempre é melhor do que, com a recusa do óbvio, abrir portas aos Berlusconis que por aí andam. Mesmo sendo, ainda, este Pais o mesmo onde, graças ao dito Estado de Direito Democrático, as polícias já podem constituir arguidos mas não garantir a segurança dos cidadãos, a EDP no Sabor mandar às urtigas os estudos arqueológicos e a nossa comunitária Europa parece não perceber mesmo que os seus interesses não são nem nunca serão os dos USA. O futuro passará, ou não, por uma cooperação positiva com a Rússia. Se o patrão deixar, claro, ou houver coragem de mandar passear o amigo americano.  No Afeganistão, como de costume, essa guerra esquecida e anunciadamente perdida, deixem andar.  

Chamem a Rice! ( Enquanto isso, recarregado de sentido de humor, de novo na arena, o Sócrates ).

Um grande aplauso para quem sabe ser campeão e representar dignamente Portugal! Mesmo nos Jogos da Propaganda chinesa.

De tudo isto, com o mau feitio habitual, já aqui tinha falado.

Ler mais no Público:

http://olimpicos2008.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1339401

Há medalhas que envergonham, Vanessa Fernandes.

A ser assim, mesmo sabendo nós que o 2º é o 1º dos últimos, entregue a sua ao Dalai Lama e ao Povo Tibetano. Do bloco de notas, hoje, ( 3 meses desta versão do suck ).

O populista Alberto João volta a falar e a ter razão, como aliás, ontem o Xico Louçã.

Ao Bolhão soma-se o Bom Sucesso e, entre a ASAE e o Rio, tramada está a cidade.

Pior: as contas que faço não batem certo. Dizem, dizem que a Imigração subsidia e garante o futuro da Segurança Social. O futuro dos pensionários. Será. Mas eu gostava de saber quanto custaram e custam os guetos negros de Lisboa, da construção à manutenção mais os subsídios de apoio e integração, bem como as taxas de desemprego e população activa nos mesmos. E o valor dos descontos, os tais. Compensa mesmo? Pois é, pois é…

De volta infelizmente está o Sócrates e, como de habitual, em Santo Tirso com passes de circo e propaganda, de braço dado com o nosso velho amigo Bava. 2 e 2, aqui são mesmo 4, há quem saiba e todos fazem de conta. Que não. A PT, que está em todas com este moço, e os tentáculos crescentes, quer nos media, quer nos círculos do Poder.

Valha-nos o Franklin, arcebispo de Luanda que descobriu ser Angola uma democracia nova que combate a pobreza. Olhem. Mandem-lhes os gajos do Mocho. O Musharraf foi-se, ( uma outra vitória do Bin e dos tallibãs, cheira-me ), e borrado parece estar o amigo do compadre Bush. Tudo democratas. Para segunda feira nada mau.

Um dia destes chove mesmo. Travis. Taxi Driver.

 Ontem, na RTP 2, de uma actualidade brutal e mais uma vez a confirmar porque raio adoro este filme fascista, logo hoje, em que por mais um acaso fortuito, uma excepção, novo tiroteio em Loures entre gangues pretos imigrantes faz mortos e prova como sou um preconceituoso racista. Sempre é melhor do que perder grande tempo a ler análises mais ou menos redundantes de uma previsibilidade gritante. Ou as notas engajadas sobre esse tipo que de tão esquivo soa, todo ele, a um enorme bluff, o Hussein NObama. Do ridículo, mais aqui( Eu preferia o Nader, ou no mínimo a Paris Hilton e, como tal, estou à vontade para bocejar com o habitual jornalismo militante do Público, por exemplo. Mesmo assim, a reter, um texto inteligente dessa Senhora não menos brilhante, Maria Filomena Mónica, sobre alguém que bem merecia mais atenção: Alexis de Tocqueville ). Pelo meio algumas barbaridades redundantes como terem descoberto haver uma cena punk excitante em Praga nos idos 77, como a havia no leste alemão. Ou sobre esse carro memorável, o Trabi, o de Zwickau, Saxónia, num texto que se esqueçe de referir que hoje, como muitos outros produtos made in DDR de volta ao mercado, ele, o Trabi, ser para muita gente um símbolo de resistência à ideia da unificação que foi, na verdade, uma anexação. Que o diga o do Bernardo e o meu, bem guardado em Hubertus Strasse. A ignorância é fácil, dá paragonas, aliás como a demagogia. Sendo domingo e a paciência pouca, nada de novo na frente de Leste. Uma explicação apenas: não tenho falado dos Jogos de Pequim por opção POLÍTICA. É o meu humilde contributo para o boicote. Mas, como alguns que começam a aparecer, não consigo perceber o dinheiro gasto com aquele grupo de excursionistas que mandamos à China. Pior do que os resultados só as declarações de quem nos sai do bolso. Menos mal, o nigeriano Obikwelu, a pedir desculpa. Os colegas portugueses, se lá estão alguns, podiam aprender algo com o moço. 

Dias sombrios. E não só por causa da chuva

  ou por causa da crise que, do Governo aos comentadores, todos embrulharam números convenientes em Propaganda e celebram a pretensa resistência de uma economia em ruínas. Entre o festival criminal e outros mais musicais, o futebol assegura a tranquilidade de um povo que, havendo sol, se mantem nas areias, à beira água plantado. A destoar, pelo menos, José Pacheco Pereira, que errado nas conclusões coloca certeiro algumas interrogações que não cabem na nossa virtualidade tuga. Factos são factos e os pessimistas como eu, para além dos bolsos vazios teimam em insistir em que aí vêm anos de chumbo. Aliás, desde Stirner, sei que a História pode ser também, e é, quase sempre um acumular de factos absurdos, caóticos, violentos, desordenados e acidentais, sendo a abstracção, mesmo a que debita Marx na sua filosofia de caserna prussiana, o início das grandes tragédias humanas. Guerras, essas, justas ou pretensamente justificadas, são momentos de profundo horror e aversão. A Geórgia, pois, a coincidir com os 40 anos do fim da Primavera de Praga, acaso eu sei,  e com ela a deriva confusa de uma Europa agonizante que só a miopia de uma certa esquerda não vê estar pronta para o renascer de velhos fantasmas e geralmente nunca serem os dias e as gentes o que ela idealiza. Proklyatye voprosy, as questões malditas que já torturavam a visão profética de Tolstoi. Ao certo, dispersos, aí estão velhos sinais. A Rússia será sempre a Rússia, Bruxelas é um amontoado de directivas e burocracias detestada pelos povos europeus, o declínio anunciado dos USA é um dado incontornável a que já nem a arrogância da pose consegue esconder a impotência evidente. África agoniza, a Itália pela mão de Berlusconi trilha um regresso a um passado que nunca o foi. Pelo meio, entre sexo, a Madonna e outras degenerescências insignificantes, que ocupam o matutar intelectual da mediocridade banal(izada), como por exemplo encontramos na edição impressa do Público, hoje, é a Latina América a festejar mais uma vitória de um populismo perigoso, agora no Paraguai com Fernando Lugo. Não parece, mas tipos como eu, que não abdicam do primado da liberdade individual num contexto de conciliação e respeito pelas exigências, necessidades e responsabilidades da Comunidade, só podem mesmo fazer uma triste figura, a de velhos do restelo e pensarem que o mundo está mesmo em vertiginosa e perigosa mutação. O pior ainda está para vir. Como a derrota anunciada no Afeganistão. Ou a certeza de o futuro, como sempre, voltar a passar pelos Balcãs. Coisas simples de apreender mas que, em caso algum, perturba o sorriso palonço do Zé Povinho perante o show mediático de Teixeira Santos ou o silêncio da Manelinha do défice. Já agora, a Polónia não existe, nunca existiu, é um acaso. Como a Ucrânia. Já Stálin e Hitler o provaram e sabiam. Avisem o Bush se faz favor. Bom fim de semana. Se for.

Quase de regresso, temas a merecer destaque. Como justificar o poste debaixo?

Intolerável!!! Expulsem, mas respeitem a dignidade. A dignidade inviolável da pessoa humana!

http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1339112&idCanal=62

Nada nem ninguém pode ter argumentos para justificar, lento, o regresso trágico da barbárie. Muito menos a nossa sociedade dita dos valores da Liberdade e do respeito pelos Direitos Humanos. Mesmo quando banhistas, também italianos, não se perturbam com o espectáculo, o horror de crianças ciganas assassinadas e abandonadas nas praias de Agosto. Mesmo com a oficialização da Tortura por Bush, o de Abu Graib e Guantânamo. A indeferença face ao Tibete. Ao Darfur. À Birmânia. Aos crimes do sionismo e ao terror de um certo Islão. Nunca mais, lembram-se?

A ler os Camaradas da A.N.(A.) com textos a merecerem interesse.

Eu queria paz, amor e que fossem as crianças como eu a governar.

Como o Pai Sérgio nem o Bernardo estão cá hoje faço eu um post. Fui ver os jornais e não gostei do que li aqui e neste. Pelo menos há sol e todos devíamos ser felizes. Ontem eu e o Pai fizemos uma brincadeira por causa de outro blogue. Escolher autores fundamentais. Ri-me muito. Não conheço nada nem percebo nada mas o Pai diz que quem ler aqueles já não morre burro:  a Bíblia, Homero, Rumî, Nizamî, Séneca, Ovídio, Cícero, Virgílio, São João da Cruz, Dante, Boccacio, Goethe, Holderlin, Trackl, Rilke, Baudelaire, Proust, Blake, Milton, Shakespeare, Pound, Whitman, Céline, Dostoiewsky, Cervantes, Kafka, Musil, Ibsen, Kavafis e Celan. São 30. Podem deixar outras sugestões. Como só tenho 12 anos tenho muito tempo para ler isto. Bom fim de semana.

Post em elaboração, parte 2. Com um pedido de desculpas a Helena Matos

por esta minha tendência para perder tempo a arrumar ideias sobre ninharias sensacionalistas. Testemunho de uma refém: ” Tinha um saco cheio de dinheiro, para além da carteira, e eles não ligaram ao dinheiro. Queriam é ir ao cofre “. E foram. Entrou, pelo meio, um polícia, falou com os reféns, não percebeu nada mas lá saíram todos. Menos os funcionários do BES. Cá fora havia um carro. De piscas acesos. Pelas regras haveria, sempre outro elemento. Disso saberá certamente a nossa PJ que ministro temos. E com um enorme sentido de non-sense e humor desenfreado. Como a PJ também sabe consistir o carjacking no roubo de carros e não na execução de pessoas, a frio, por encomenda e por razões que, se calhar, por quem envolvem, não convem explicar. No carjacking não se deixam no sítio os carros porque se matou e assaltou. Acho. Digo eu que sei pouco e pergunto muito e, por causa, até sei das remessas clandestinas, para casamentos combinados e comprados, do Mahrus de braço dado, diz-se, com cidadãos exemplares, imigrantes residentes e bem integrados, sem dúvida, ligados aos Tablighs, por acaso. Afinal, como não existem acasos, acreditemos no líbio e ficamos a saber que Mahrus, o holandês, é amigo, diz-se, de um tal Faeik, amigo do Tafar, que é amigo do Abdrahamane, que é amigo…pois. Dizem, claro. Coisas humanas, eu sei, merecedoras de compreensão e a lembrar-me o Aristósteles da Ética a Nicómaco, até porque a legalidade e a ordem pouco têm a ver com integridade moral, conforme ensinou a quem aprendeu Hannah Arendt. E o Povo pouco sabe dos perigos da apatia, de rejeição, condenação, escolha ou da obrigação de tomar escolhas ou sequer fazer juízos. Razão teria o Tertuliano: nec ulla magis res alinea quam publica. Com crise, haja férias e brigadistas nacionalistas a caminho da Ossétia, um pouco de toda a Europa, o Sócrates felizmente desapareceu, venha o bronze e mais circo só em Setembro. O resto são preconceitos pré-modernos de um céptico teimoso como eu, velho velho do Restelo, a procurar não perder o sentido do real. Em Loures os GNR’s que se cuidem, ahoi! Implosão da Justiça? Aumento desenfreado da criminalidade? Notícias típicas de Agosto? Pois, claro, evidentemente.

Post em elaboração…

1. Polémicas, as palavras de uma refém. Outro refém, brasileiro, por acaso também no BES na altura inicial do assalto, a dar ordens a um dos sequestradores sobre como devia tratar a médica. Com calma e respeito…valente, para a altura…quem é?

2. Outra vez, a propósito destes sensíveis brasileiros, com muito dinheiro em casa, remessas de euros mensais para o Brasil, 800 diz-se, o caso do carjacking que, todos o sabem, nunca o terá sido. Fora os carros de marca do Julinho, outro brasileiro. Das obras, também?

3. Confusos? Eu também. Ainda. A alguém interessa.

Post dedicado às moscas que por aqui vão parando. ( Não insistas, a ti não publico, ò merdas ).

( Fenómeno de atracção frequente na net ).

E, ainda, a velhos babosos onanistas, putas da dita arte & kultura que não escondem a miséria moral, ( a tal de que falava Soljenitsyne a propósito de nós, Ocidente ), viciados desprezíveis numa mediocridade impotente onde os fantasmas e medos mentais empurram para a pornografia pura e rasca, subsiada, claro, mas que, como cobardes inúteis que são, o não assumem. Nem transgressão, nem subversão, nem muito menos criação. Que venham as chamas de uma nova Luz espiritual. Se tempo ainda houver. 

Sem rancores. ( Para a P. ). Breve momento de tréguas no blogue.

A 5000 euros cada, preço de mercado feito pelo holandês Mahrus, entre outros?

E venha a Ucrânia, Kamarada Putin!

Saúde-se o regresso da Rússia ao lugar que é o seu e deixe-se,

mais uma vez, o Bush a falar sózinho. Já dizia, nem de propósito, Soljenitsyne, ser ” o declínio da coragem sinal percursor do fim “. Assim como assim, registe-se ainda: o nacionalista Le Pen a vender sedes do partido a chineses, mesmo sabendo todos que os porcos do Capital não têm pátria nem nação. Ou a SOS Racismo, tão calada na Quinta do Conde, a ladrar por causa dos brasileiros do BES. Lapidar. Como lapidar é ler o Público com preocupações anti-xenófobas, presumo, a avançar com números sobre a criminalidade imigrante de 2001 e 2005. Eu queria é de 2007 e 2008. Como me ri com as declarações apressadas de Leonel Carvalho e do Governo sobre as tais bases da ETA. Interessante o artigo de Helena Matos a elevar os níveis de discussão e a fazer o Mário Soares entrar na reflexão. Outros níveis, claro, menos sensacionalistas, precisamente, mas se calhar muito prosaicamente a explicarem quem manda ” apagar ” reportagens e notícias na imprensa portuguesa. Das explosões populares anti-árabes com pichagens a Mesquitas, fotografadas, à aflição de alguns por saberem andar por cá sem dar cavaco a ninguém a Secreta espanhola a controlar e a vigiar cybers paquistaneses. Assim, sim. Começo a perceber. Valha-nos, insisto, o Baltazar Gárzon, que, ( outra vez Soljenitsyne ), a imprensa é o local privilegiado onde se manifesta a doença mental do nosso século: a esquizofrenia. Mas não só. A manipulação consentida. Cuidem-se que a coisa vai-se complicando. Qualquer dia nem à retrete vamos incógnitos. Ninharias, eu sei.

De Riga, com amor e um viva ao Putin. Mesmo e apesar da Tchetchénia.

O que serve para o Kosovo já não serve para a Ossétia

mas a guerra, aparentemente, fica longe deste País de costumes brandos e a banhos não menos brandos. Como longe, a seu tempo, ficaram por publicar ( e pagar ) notícias que hoje são factos: a ETA esteve mesmo no Porto e Portugal era, ( ou é? ), espaço de recuo para bases operacionais. Disse-o o Goikoetxea, preto no branco, senhor Leonel Carvalho. Como a propósito dos tablighs, cedo ou tarde, parece, tudo o que se desmente, confirma-se. Em Espanha. Pela mão de Baltazar Garzón, que corta a direito. Onde, parece, as notícias não são desviadas das edições para serem dadas aos investigados e porem em causa quem trabalha, duro, no terreno. Coisas, pois. Melhor só a recuperação de imagem em curso dos criminosos que assaltaram (?) o BES. Ainda acabam mártires. Passeie-se noite dentro a partir da Trindade com o bloco de notas. Registem-se os travestis, putas e chulos brasileiros em alegre confraternização com os carros patrulha da PSP, distraídos das zaragatas à porta do Pérola Negra, frente ao Governo Civil do Porto, ora bem, onde, mero acaso, eu sei, carrinhas de matrícula espanhola vêm semanalmente buscar e trazer meninas. Miopias xenófobas, as minhas. O suficiente para irmos cantando e rindo.

Morreu um Poeta, Mahmoud Darvich, enquanto um joguete de Bush,

Saakashivili, lançou o seu povo numa guerra perdida e desnecessária. Lapidar e firme, Putin sobre o dito: um criminoso. Mesmo quando aqui neste canto não se percebe a realidade europeia, entre o Lula e o Chávez, o centro da Europa é Berlin e a Moscovo incontornável. Para quem não sabe a Ossétia não é o Kosovo e era tempo de a Rússia responder as provocações e humilhações impostas, no caso pela Geórgia. Pior mesmo só a Birmânia onde cresce a repressão, o Darfur e todos os que temos esquecido no apoio a um Tibete livre. Tudo amigos da China Olímpica. Responsáveis, somos todos.

Boa praia, bom fim de semana, Kamaradas.

Xenofobias & outras coisas mais.

Dois brasileiros, ilegais, ( que afinal parece estarem legais e só por acaso hoje não são italianos, conforme ordens superiores… ), bons rapazes da construção civil, com 10.000 euros em casa, perucas, algemas, bem armados, tentaram assaltar um banco sem dinheiro, (?), depois das 15 horas. Bem, exemplar, a actuação, face, às circunstâncias da Polícia. Rui Pereira não devia ter falado. Devia demitir-se.  Xenofobia já bradou oportuno o embaixador brasileiro. Que por acaso se esqueceu de dar números. Ele e os de cá. Como a aparição, obscura, de Leonel Carvalho. ( Ou a mudança repentina de opiniões sobre estes jovens sensíveis, pela vizinhança, tão diferentes entre o que, parece, dizem em off e, depois, para as câmaras. Confuso só para quem não sabe da poda habitual ). Por mim queria só uma explicação: o  que foram os brasileiros fazer ao BES. Roubar, o quê? E queria números: de assaltos violentos ou de carjacking, por exemplo, perpretados por estrangeiros ilegais em Portugal. Os tais que se  escondem.  Os números. As etnias e grupos rácicos. Mesmo sabendo que o crime não tem nacionalidade mas porque só a verdade é Revolucionária. Por causa da dita xenofobia. Melhor só o Jornal do Capital, o tão correcto politicamente Público, a babar-se com Pequim, onde, acaso, só acaso, trabalhou e planeou Speer, filho, do outro Speer. Coisas. A guerra chegou à Geórgia. Chamem agora o Bush. Mais os coveiros do poder russo ou dessa coisa fora de prazo, o nacionalismo. Ora bem. De  inteligente este tem pouco. Como este. Ou talvez não.

 http://news.bbc.co.uk/2/hi/europe/7551595.stm

Pobres dos pobres de espírito que ainda não perceberam o vento

nem sempre soprar da esquerda ou soprar da direita. Sendo o fascismo, também, a emergência nacionalista, ( sob a roupagem da Propaganda irracional ), sobre a realidade social da luta de classes, ( no que sigo o raciocínio de Renzo de Felice ), é tempo de recuperar velhos slogans e a propósito de Bejing 2008 dizer alto e bom som:

Não ao revisionismo social-fascista da China comunista. Contra o totalitarismo, boicotem, denunciem!

http://grupodeapoioaotibete.blogspot.com/

Não se deixem seduzir!

Skin nacionalista tuga versão traficante de droga.

Com cotão no umbigo!

NÃO AOS JOGOS, SIM AO TIBETE!

Viva a Imigração e os caras irmãos do Lula!

http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1338122&idCanal=59

Não tendo o crime nacionalidade, uma lição ao senhor Rui Pereira e a certeza que gente desta não cabe em Portugal!

Actualização.

Afinal já não apoio o McCain mas a Paris Hilton!

No mínimo por ela propor pintar a Casa Branca de Rosa! Yesssss! Rosa e muito menos branco será coisa que se não verá  na representação de Portugal nos Jogos de Pequim, onde até ter um atleta mesmo português será raridade. Mesmo assim, nem na China o Mugabe que Sócrates recebeu vai entrar. Pois. Lapidar. Como lapidar é a dor de alma da GALP. Pungente.  Ou a taxa Euribor. Enfim, estamos de férias e não faltam caixas multibanco à mão, longe quase todos deste ” quase parece andar para trás “, ( Holderlin, acho ), e pela frente tenho uma pipa de bandas e cd’s a ouvir e comentar num ano que, sendo bom, nada parece ter de excepcional. ( Aos Kills junto MGMT, Raconteurs, Justice, Cristal Castles e, em absoluto, Tricky ). Ponto assente: SOMOS TODOS TIBETANOS! Com deportações e tudo.

http://www.publico.clix.pt/videos/?v=20080807114049&z=1

Faltam 2 para os Jogos e

a democracia já se passeia por Pequim. Repórteres expulsos, manifestantes presos, sites proibidos, regras, regras, muitas regras, tensão e repressão. Não por acaso Bush é o amigo mais querido e desejado. Ao silêncio de NObama, McCain foi claro: se fosse Presidente ( dos USA ) não ía. A enterrar vai hoje Alexander Soljenitsine. Das palavras ouvidas, a reter, a dimensão ética e moral do autor russo. O carácter. Porque somos iguais, mulheres para os fuzileiros, ( a partir de um processo desencadeado por um dos machistas mais imbecis deste País ), mas com critérios de admissão diferentes. Ora bem. A igualdade, pois. Ainda: o Marco bahai, que por aí anda na blogo, não quer perceber que fazer espionagem a favor de Israel não é perseguição religiosa. No Irão como em qualquer país do mundo. Mesmo sabendo toda a gente das estreitas relações entre a seita baha’i e o terrorismo sionista. Ao certo, homens, nós, em tempos sombrios. ( Com a devida vénia a Hannah Arendt ). E a luta desigual da Quercus   contra o futebol e o betão. Links:

http://ww1.rtp.pt/noticias/?article=357738&visual=26&tema=2

http://sic.aeiou.pt/online/noticias/desporto/Protesto+em+Pequim.htm

http://news.bbc.co.uk/2/hi/asia-pacific/7544252.stm

http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1337886&idCanal=11

Anotem. Divulguem. Sejam solidários.

De Buda, saudações aos passantes.

Pilhando Nietzsche apetece escrever:

 

” uma época que sofre daquilo a que se chama cultura geral mas que não tem cultura, nem na sua vida unidade de estilo, nunca saberá o que fazer “. No caso, referia-se à Filosofia. Hoje poderia ser sobre outra coisa qualquer, hoje, quando a Filosofia foi arredada de um quotidiano feito de vulgaridades banais, pautadas pela imensa cobardia de quem, como nós, já foi civilização. Da cobardia europeia falou, nem por acaso, na sua quase solidão profética, Soljenitsin, no decantar desta aurora de barbáries várias e que se prolongam muito para lá do Goulag. Cobardia cívica, disse-o de forma clara e límpida quem, é bom não o esquecer, desprezava tanto o regime comunista como a euforia capitalista. Ontem, como hoje, brutais são as palavras de Anaximandro: ” qual é o valor da vossa existência? E, se nada vale, porque existis ? “. Exemplar, este.

A CHINA COMUNISTA É UM TIGRE DE PAPEL!

http://www.freetibet.org/

Entre o estado de sítio e o exército nas ruas,

em Itália, ( lamentável, preocupante, mas não surpreendente em Berlusconi ), e os tiroteios em bairros sociais que já chegaram a Coimbra, sobra algo mais do que a dita silly season. Perplexidade e uma enorme descrença. Será do tempo, Agosto chuvoso, certamente, mas dispensável seria hoje no Público uma caixa de farpas assinadas por Sofia Branco. ( Arrogância néscia a não esconder ressentimentos pouco claros ? ). Felizmente a grandiosidade moral e literária de Soljenitsin ultrapassa rancores mal disfarçados e previsíveis. Russo, nacionalista, amante da Tradição, inimigo desta modernidade e das euforias fracturantes, Soljenitsin tem tudo para arranhar o vento destes tempos. Até o seu amor ilimitado à Liberdade e a lealdade à sua Identidade. Coincidência simbólica, a sua morte ocorrer a dias dos Jogos da Hipocrisia na Pequim comunista, mesmo e apesar do smog que engole a cidade e os sites não aprovados. Melhor mesmo é ver o Marinho Pinto a ter razão para não levantar mais polémicas, ( há arquivamentos que são silenciamentos ), o Soares a não conseguir deixar de botar sentença sobre tudo e sobre nada ( e mais ressentimentos mesquinhos de quem sabe ir ficar mal na fotografia da História ), o Vital Moreira a atacar o Bloco e este a esfrangalhar-se por causa do ” Zé “ em Lisboa, ( a mostrar como a malga seduz e princípios leva-os a política ). Mais do mesmo no Pais que ainda não deu conta dos valores da inflação, por exemplo. Apesar do jogo sedutor da GALP. Ou, ainda, a banalização de erros de ortografia nas sentenças lavradas por quem nos julga. Afinal, já Cícero se queixava: os ouvidos humanos ensurdeceram. Ridíulo mas, primeiramente, preocupante um Estado e um Governo que desce a isto. De bom, talvez a evolução no Aleixo.

Cinismo e propaganda ou a estratégia da vitimização como argumento de repressão.

Nada como virem aí as legislativas…mas. A ASAE vai gostar?

McCain porque sim. Apesar de o candidato nada me dizer ideológicamente.

Apesar de as eleições, americanas ou qualquer outras nada me dizerem. Apesar de não acreditar na farsa democrática e, muito menos, acreditar que algo de substancial vá mudar nos USA. Apesar de perceber o iraniano ” Grande Satã ” a propósito da América. Pouco importa. No limite, os USA têm a melhor Constituição do mundo livre. E New York. E Poe, Ezra, Steinbeck, dos Passos, Hemingway entre tantos com que cresci. E Coppola, Tarantino, Eastwood ou Jonh Ford. Por exemplo. Como Patti Smith, os Ramones ou Gershwin.  Ao acaso. McCain pelo homem. Pelo carácter. Pelo exemplo de vida. Pela autenticidade, a possível num político. E acima de tudo porque conhece de cor e salteado os Beach Boys. 

Um rombo no discurso recente de comentadores e políticos.

E agora Clarence?

O assassino de Jill Dando, preso durante oito anos, foi libertado e declarado inocente.

Pois é.

” Não fazer nada é mais eficaz que correr o tempo todo. E hoje isso é um acto de coragem “.

Rokia Traoré.

” As pessoas têm o seu tempo muito, supostamente, preenchido, claro. Preenche-se tudo com coisa nenhuma “.

Júlio Pomar.

Alexander Soljenitsine.

Faleceu um naco dessa grandeza imensa de que se faz a alma, a espiritualidade e a escrita da Nação Russa.

Um Homem. Um exemplo.

( A consultar ).

Resistir, resistir, resistir! Dizer Não! A homenagem à resistente Nathalie Ménigon.

Só o Kaos é Revolucionário!

Basta da hipocrisia dos Governos e do Comité Olímpico!

 

 

Digam NÃO a Pequim!

 

Política é, partidária não sei, mas sei que é uma das situações

que mais deve envergonhar qualquer português tantos anos depois da Abrilada.  Como certo é, depois das tricas e discursos, tudo se manter na mesma. Triste tudo isto, como triste é este mês de nada, ou de férias dizem outros, Agosto, pois, onde positiva só a preguiça silenciosa nas grandes cidades. A distrair do fundamental, como Pequim a ter avalistas à farsa dos Jogos já dentro de 8 dias. Para que nada mude também aqui. Valem os fins de tarde perto do mar, que não da praia, das multidões, do calor, a releitura de alguns poetas em português não contaminado por acordos, uma ou outra canção. Faz-se o poste por teimosia e tédio, ( onde residentes no blogue, agora, só eu e a minha filhota que com 12 ajuda no que pode e o Bernardo a passear por terras saudosas ). Procurar notícias. Será fácil. Pior é a falta de interesse por tudo e por  todos os que perturbem a doce anestesia podre deste mês detestável. ( Estarei enganado ou o Cajuda perdeu outra boa ocasião para estar calado quando atacou o FCP ? ). Imagem roubada e da autoria do blogue identificado na mesma. ( Sem interesse isto, claro. Miudezas, pois ).

Ora, um bom domingo se faz favor. Sem praias, carai.

Vai-se a pose, cai o verniz e,

sob pressão o Hussein NObama tinha de vir de forma vergonhosa com o inevitável papel do coitado vítima do racismo, num contra ataque racista e lamentável. Vai-se descobrindo o homem. É sábado, Agosto, pouco a dizer ou a reter. Suicidou-se Bruce Ivins e calhou bem ao FBI. Livre, por fim, está Iñaki de Juana Chaos, mesmo que se discorde da ETA. A PSP apreendeu armas e munições, ilegais, no Seixal, mas não computadores. Para quem é lento e preguiçoso, a explicação: o nome do blogue vem daqui e é uma homenagem ao Mofo. Na origem, como agora, ( ver no 1º. Suck o 1º post, Domingo, Setembro 24, 2006, Os dados estão lançados, )  para no seguimento de outros, ( PorcoLatino, OCavaco ou o Kombate ), atacar a blogosfera e a praga artística de peidos punheteiros e porno que por aí pululam e infectam. The Atari Punks on Dope, mais concretamente. Tirado, o nome, de uma letra deles. Mais? Olhem. Li hoje que faz esta semana 430 anos que morreu Portugal. Acredito. Vou lembrar-me disso e de El-Rei D. Sebastião, quando um tal Nélson Évora erguer a bandeira da República nos Jogos de Pequim. Fiquem bem e sejam felizes. Se souberem, puderem ou vos deixarem.  Quem não brinca em seviço é o engenheiro. Ora bem.

Discretamente, numa sexta à tarde, a abrir Agosto, más notícias.

http://ecosfera.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1337355&idCanal=92

Bom fim de semana.

Tema de Leila.

Como escreveu Sorush, Filósofo xiita, secretário do Imã Khomeini, hoje exilado:

Não há Fé sem Liberdade.

Quem não tem a Bruni caça com Cavaco

e, para mim, resta assistir à novela  que o paleio sobre os Açores, fazendo sentindo, não convence.  ( Mas calha à Ferreira Leite. Como ontem aqui escrevi é a morte anunciada da paz institucional ).  Analisem. Como, com ou sem razão, a Câncio, hoje no DN, num ataque às cruzadas contra o bom do engenheiro, lança uma outra contra o Público e o JPP. Falta de vergonha ? Subscrevo. O dia, este, e a gargalhada: uma funcionária da Junta de Freguesia de Benfica, Lisboa, Portugal, quer falar crioulo no serviço. Impedida pelo chefe acusou-o, claro, de racista. Suspensão de 30 dias. ( Só ? ). Os sociaisdemocratas do Bloco já acamparam lá, solidários com a funcionária pública estrangeira. Mas também hoje soube ser a cabo-verdiana Naide Gomes, atleta portuguesa aos Jogos de Propaganda de Pequim. Como outros, já referidos neste blogue. Como Elisabete Ansel. Como Edivaldo Monteiro.  Mais uma no Portugal que insiste em discriminar, aí sim, os veteranos de guerra. Karadzic disse o que se sabe desde Carla del Ponte: tem um acordo com os USA e com Richard Holbrooke. Esperemos que este não tenha um providencial ataque cardíaco. A história promete. A farsa e a comédia. Agora, até a PJ vai ter prémios de produtividade. Fujam depressa. Começou a brincadeira das escolhas de Verão. Por mim, a meias com a minha filha, Donkey das Cansei de Ser Sexy. Deleitado, li o ilustre Hugo Mãe derreter-se com o amigo Antony. Pois. Isto vai, vai. Para o Santos Silva factores de identidade nacional são o futebol, Fátima e o 25 de Abril. E o fado ó Ministro? E o crioulo?  Passem nestes que são amigos e merecem um abraço e fiquem com Ramos Rosa. Grito claro, de quem é mesmo Poesia: Em qualquer parte um homem / abre o seu punho e ri.